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DOENÇAS MAIS COMUNS NO INVERNO – Vocês estão preparados?

Por Dr. Marcio Rogério Renzo


O Outono chegou, o inverno se aproxima e com ele aumenta significativamente a disseminação de vírus respiratórios. Em tempos de pandemia, a estação traz ainda mais preocupações, pois além da infecção com a COVID-19 temos que pensar em resfriados, gripes, pneumonias, alergias, amigdalites, otites e sinusites que são os principais males que nos acometem nesta temporada.

No Brasil, cerca de vinte e cinco por cento da população sofre de doenças respiratórias, atingindo em especial às crianças de 0 a 4 anos e idosos, sendo entre maio e agosto, os meses onde há um aumento expressivo nas complicações.

A prevenção para esses tipos de doenças ainda é o melhor remédio. Com a queda da temperatura, as pessoas tendem a permanecer em locais com pouca ventilação, além de ser mais comum ficarem aglomerados, facilitando muito a propagação de vírus e bactérias. Desta forma, evitar locais fechados e com pouca ventilação, manter a higiene das mãos em ordem e a utilização, deste item que se destacou nesta pandemia, a “máscara” são essenciais para reduzir a contaminação. Sim, a máscara, não é apenas para a COVID-19, ela deve ser utilizada para todas as demais doenças respiratórias ocasionadas por vírus e bactérias.

Outra forma importante de se prevenir é a vacinação. Hoje é possível encontrar a vacina contra a gripe na rede de saúde pública e particular para todas as idades indicadas.

Mas como diferenciar essas doenças?

É importante diferenciar as principais complicações respiratórias, pois cada uma apresenta um grau de complicação maior ou menor e isso é muito importante para o direcionamento dos recursos a ser empregado pelo Sistema de Saúde, pois quando não utilizamos adequadamente o sistema, sobrecarregamos alguns setores mais que os outros, além de atrapalhar na distribuição de vagas para os atendimentos dos pacientes.


É importantíssimo não se automedicar! Sempre procurar um profissional de saúde para que indique o melhor tratamento. Outra ação importante é evitar ir diretamente aos hospitais para a primeira consulta, pois deve-se deixar estes locais para os casos de maior complexidade.

As alergias também se manifestam nesse período sendo muito importante diferenciá-las dos demais problemas respiratórios acima. As alergias mais comuns são: a rinite alérgica e a asma (também conhecida como bronquite alérgica). Elas também causam sintomas como: tosse, coriza nasal, espirros e obstrução nasal (rinites) e tosse e falta de ar (asma).

Como a fisioterapia nos ajuda?

A fisioterapia respiratória observará cada caso e utilizará técnicas de higiene brônquica, expansão pulmonar, alongamentos e fortalecimentos das musculaturas respiratórias, além de trabalhar a parte hemodinâmica através de exercícios cardiovasculares para estimular a recuperação e diminuir os casos de reincidência e complicação dos casos mais simples.

O mais importante é que ao menor sinal de problemas respiratório, procure um profissional habilitado para exame, pois como vimos os sintomas das doenças respiratórias são parecidos e identificar corretamente qual é, é essencial para a evolução do paciente sem ter risco de sequelas maiores, seja pela infecção pelo coronavírus, seja pelo vírus da influenza ou outro vírus respiratório qualquer.

Portanto, evite locais fechados e aglomerados de pessoas; evite exposição ao frio e fumaça de cigarros; lavar frequentemente as mãos e evitar levá-las aos olhos boca e nariz; evite compartilhar objetos pessoais como copos, escovas, talheres, etc.; manter uma boa alimentação com alimentos ricos em vitaminas C e D; tomar bastante água e manter a carteirinha de vacinação em dia.

Lembre-se quando você se cuida, você também está cuidando de quem está próximo a você!

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