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TENDINOPATIA DO SUPRAESPINHOSO

O ombro é uma das articulações de maior complexidade em nosso organismo, devido ao seu alto grau de mobilidade e instabilidade, desta forma, a tornando muito suscetível à diversas patologias. Um exemplo é a tendinopatia do supraespinhoso.

A realização de movimentos repetitivos e/ou com sobrecarga de peso podem levar essa musculatura a uma sobrecarga propiciando diversas complicações para esta articulação e o músculo que mais sofre com essa sobrecarga é o supraespinhal.

Este músculo é o responsável pelo movimento de flexão e elevação do braço, que dependendo da duração e da frequência com que este movimento é realizado poderão ocorrer compressões do tendão. Isto pode acarretar alterações expressivas na biomecânica desta articulação.

A causa principal dessa patologia é a sobrecarga aplicada sobre os tendões, que não são fortes o suficiente para suportar a carga imposta a ele. Este dano pode variar em decorrência do tipo de força (por compressão ou por tensão), a potência de força e também o padrão com que ela é aplicada.

As pessoas que tem um maior risco para o desenvolvimento desta doença são: os atletas que utilizam muito os membros superiores (tais como voleibol, natação, tênis, etc...) e os profissionais que efetuam movimentos repetitivos dos membros superiores, como: professores, carpinteiros, pintores, estivadores, etc.

Os principais sintomas são a dor, rigidez da articulação, enfraquecimento muscular e a sensação de “fisgadas”, principalmente quando o braço é elevado e rodado. A dificuldade para dormir por sobre o ombro do lado afetado é outra característica dessa doença. Para as demais pessoas, a simples dificuldade de realizar as tarefas diárias, toda vez que é necessário a elevação dos braços acima da cabeça, é um achado muito comum, sendo um indicativo da instalação da patologia.

O tratamento para essa patologia dependerá do grau de comprometimento da articulação, que pode variar do tratamento fisioterápico e chegar à intervenção cirúrgica.

O Fisioterapia utilizará os recursos fisioterapêuticos (eletro, termo, ondas, manipulação, orientações de exercícios, etc) para proporcionar o alívio da sintomatologia e/ou etiologia, a fim de recuperar a função normal de toda a articulação do ombro.

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